Quem?

Felipe Obrer é redator, tradutor (português <=> espanhol / inglês => português) e revisor de textos (em língua portuguesa), fotógrafo e comunicador cultural em mídias sociais.

Entre outras coisas, já fez traduções para a Unesco, revisões para revistas renomadas e foi representante regional do Instituto Overmundo no Sul do Brasil, mas não costuma se gabar disso por ojeriza à grandiloquência. Acumula alguns certificados heterodoxos: barista e marinheiro auxiliar de convés. É também um semi-gringo: filho de uruguaios, tem o espanhol como língua materna (até os 10 anos no Uruguai). Defesa preventiva ou atestado de brasilidade: batuca e consegue mexer o quadril ao dançar.

Aprecia escambos e simpatiza com a prática da economia solidária. Ainda assim, ressalva: as contas se pagam com dinheiro. Oferece também idéias (acentuadas) e brainstorming, mas sabe que é necessário pôr a mão na massa e organizar sentidos para fazer jus ao operário catalão que carrega no nome.

Um pouco de duas faculdades: História e Antropologia. O autodidatismo se impôs como caminho de vida, sem arrependimentos. Tudo serve para fazer o que, afinal, é a principal atividade: lidar com gente e (per)formar redes sociais (tanto na internet quanto fora dela).

Em primeira pessoa:

Entre em contato e diga em que posso ser útil. O escopo é mais amplo que o exposto. Se não souber como resolver sozinho, saberei a quem pedir ajuda. A capacidade de delegar é uma arte.

Veja a página PORTFÓLIO para conhecer trabalhos, uns de Sísifo, outros hercúleos, alguns deleites.

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